Você provavelmente já ouviu falar nos seis graus de separação, né? Aquela teoria que diz que você esta a cinco passos de qualquer pessoa no mundo. Ex.: Você tem um tio no Rio de Janeiro (1), o seu tio conhece um cara(2), esse tal cara trabalha com o “Qualquer coisa Luz” (3), que por sua vez é irmão do Jesus Luz (5)... Madona (6).
Seis Graus, que nada! No Twitter são apenas cinco graus de separação entre você e quase todo mundo. O sexto passo cobriria 98% de todos os relacionamentos.
A empresa Sysomos analisou mais de 5.2 bilhões de amigos e relacionamentos no Twitter. O relatório chama “The Power of Retweets” (O Poder dos Retweets) e diz que os retweet realmente não tem que propagar muito longe para alcançar um número muito grande de pessoas.
Mesmo assim há chances de nem todos os seus amigos e amigos de amigos retweetarem sua mensagem e ter a sua mensagem na timeline do outros não garante que o que você falou será realmente visto. A equipe também analisou Sysomos quanto usuários do Twitter teria de percorrer para encontrar um seguidor de seus próprios. De acordo com dados da empresa, ele só tem 3,32 passos (desvio padrão médio é de 1,25 pontos) antes de você encontrar alguém que já está te seguindo. Isso significar que uma grande parte das relações do Twitter são pequenas e circulares.
Ele foi o último a entrar no panteão dos grandes super- heróis mundiais, aproveitando a vaga de cota aos deficientes físicos, afinal já era hora de alguma medida inclusiva por parte dos supers.
Ele é imune a bala de mensalão e a raios de escândalos.
O seu cérebro extracorpóreo é a sua única fraqueza, mas é facilmente disfarçada pelo seu grande poder simpático empático. Ele emite ondas pela não ponta de seu dedinho e consegue dominar todas as mentes fracas em um raio de 100 metros.
Ele é o super-Lula, o estadista cotista.
(Encerra vinheta de abertura)
Episódio de hoje: O estadista do ano.
Narrador: na Sala de estar do Palácio do Planalto, o nosso herói não se conforma com o que esta acontecendo com o mundo.
- Por que não ta passando o jogo do Curinctha?
- Lula, Lula... - entra correndo em cena – Ainda bem que eu te achei.
- Oi Mantega, por que não esta passando o jogo do Curinctha na TV?
- Porque não assinamos o Payperview, providenciaremos isso para o senhor, mas tenho uma ótima notícia para te dar...
(interrompendo o seu fiel escudeiro) – Legal, chama a Marisa, fala que agora teremos esse tal de peipei... Alguma coisa. Pro jogo de domingo, teremos o timão? Tudo certo, né?
- Isso mesmo, senhor presidente. Tenho que te falar algo. Lembra quando o Obama te chamou de “O cara”?
- Genti boa esse Obamis. Fala ai, o Henrique ficou morrendo de inveja, né?
- Uhum, mas agora os britânicos estão te chamando para receber o prêmio de estadista do ano.
- Legal, mas vai ta passando o jogo do Curinctha lá?
- Não, o evento será na quinta-feira, senhor.
- o.o
- o.o
(silencio constrangedor para quem sabe o que significa o que é constrangedor)
Então Guido Sancho Mantega pergunta se eles vão à ilha do saquinho de chá.
- Posso confirmar a viajem? Mando passarem o seu lula-terno?
- Claro, claro Mantega. – Então o nosso presidente anti-herói volta olhar para TV, muda de canal e continua sem encontrar o jogo do Corinthians.
Puta história chata! Matar o personagem central ou apenas encerro por aqui?
Primeiro vou explicar porque não discuto sobre fotografia. Fotografia, para mim, é arte. Até mesmo se for um retrato pixeado da atualidade, é arte. Por ser uma manifestação artística espera-se que grande parte de obra dependa da interiorização, logo depende alem do que o artista tentou falar, depende do momento histórico, da cultura de determinada sociedade e principalmente do conhecimento de mundo do receptor (não estou falando culto ou inculto, mas como as interiorizações anteriores afetam o modo que esse receptor le o mundo).
Ok, poderíamos discutir técnicas então? Talvez, mas antes disso temos que passar sobre um fato: digital x analógica e para defender o meu ponto de vista tenho duas observações: Olhar do fotografo e destreino do olhar.Olhar do fotografo: A câmera fotográfica sempre (quase sempre) foi usada como extensão do olho do fotografo, simbolizando a própria maneira que o interlocutor enxerga essa realidade e com as maquinas digitais e seus LCDs existe um afastamento da câmera, que pode gerar uma maior flexibilidade quanto ao referencial, mas perde-se o fator do olhar, não é mais a maneira que o fotografo ve o mundo, fato que pode criar uma despersonalização.
O segundo ponto, o destreino do olhar, vem junto com o movimento que chamo de fotógrafo-metralhadora que devido a “revelação” instantânea provida pelo LCD surge uma não preocupação com a criação da imagem, pois agora pode-se errar, é só conferir na telinha e se tiver errado envie para a lixeirinha. Desse movimento se prolifera os fotógrafos-metraladoras que sacam suas câmeras e disparam 30 fotos por segundo. Isso pode gerar um destreino no olhar, pois agora não precisa pensar. Não pense que esse tipo fotógrafo é peculiaridades da era digital, um exemplo básico: J. R. Duran – como um fotografo que tem uma equipe de mais de 15 pessoas para arrumar mais de 20 k de equipamento, da mais alta tecnologia, pode gastar 8 rolos de filme para fotografar uma modelo perfeita e utilizar apenas 10 fotos?
e isso é só o começo... entendeu porque eu não discuto isso?