
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Harry Potter mata mais 1

quinta-feira, 5 de março de 2009
Eu não estou lá | Bob Dylan
Uma maravilha aula de direção, com constantes quebras de tempo e de linguagem.
I'm not there - Dirigido por Todd Haynes. Com: Cate Blanchett, Christian Bale, Richard Gere, Marcus Carl Franklin, Heath Ledger, Ben Whishaw, Julianne Moore, David Cross, Bruce Greenwood, Charlotte Gainsbourg, Michelle Williams.
O brilhante roteiro escrito por Haynes e Oren Moverman rabisca os 15 anos da carreira de Bob Dylan, musico que se reinventou tantas vezes que foram necessários 6 atores para contar essa história. Mostrando o garotinho negro Marcus Carl Franklin (sua origem folk e sua idolatria por Woody Guthrie); Christian Bale (seu sucesso inicial como cantor político e depois o convertido pastor); Cate Blanchett (a maravilhosa fase da guitarra elétrica e das drogas); Heath Ledger (como o lado família); Ben Whishaw (poeta); e Richard Gere (seu auto-isolamento).
Cheio de metáforas, o filme nos presenteia com passagens maravilhosas, como a cena em que Blanchett e sua banda atingem o público com metralhadoras, numa representação da conversão de Dylan a guitarra elétrica, deixando os fãs do folk desolados sem conseguir absorver as rajadas ampliadas pelo alto-falante.
Esse filme é uma aula de roteiro e direção e tudo isso regado aos incríveis versos criados por Dylan.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Nãooo!! É só um teaser. =/
Olha que maravilhoso esse teaser do filme O dia em que a terra parou. Praticamente uma dedetização.
Esta sendo divulgado por um canal no YouTube, contendo vários vídeos que com a destruição de grandes monumentos em todo mundo.
Essa formula já foi utilizada antes no cinema e até mesmo na realidade (11 de Setembro), mas parece bem executado e eles não esqueceram o Brasil - melhor ainda, não destruíram os pontos turísticos, apenas acabaram com aquele esgoto. Viva !
sábado, 28 de julho de 2007
Post Pipoca
Excelente !Tenho passado por um toor pela 7 ª arte durante esses dias e me deparei com vários filmes bons, alguns médios e 2 ruins, mas não criei este post para fazer críticas. Não. Desta vez vou prestar elogios para o Will Ferrell, Marc Forster (diretor) e Craig Jackson (direção de arte) pelo maravilho "Stranger Than Fiction" (ou "Mais estranho que a ficção").
O filme nos cativa brilhantemente com uma constante troca de forma de narração e trás diversas inquietudes que surgem da resultante day-by-day e por falar em jargões o filme se baseia no "death and taxes", o qual alega que só não se pode fugir de duas coisas nessa vida, morte e impostos. Ta confuso? Aí vai a sinopse para ajudar.
Certa manhã Harold Crick (Will Ferrell), um funcionário da Receita Federal, passa a ouvir seus pensamentos como se fossem narrados por uma voz feminina. A voz narra não apenas suas idéias, mas também seus sentimentos e atos com grande precisão. Apenas Harold consegue ouvir esta voz, o que o faz ficar agoniado. Esta sensação aumenta ainda mais quando descobre pela voz que está prestes a morrer, o que o faz desesperadamente tentar descobrir quem está falando em sua cabeça e como impedir sua própria morte.
O Filme vai se tornando cada vez mais interessante, pois trata sobre a forma que as pessoas reagem depois de descobrirem que estão prestes a morrer (não confunda com Carpie die, assistam e entendam).
Excelente!
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Tese de continuidade | Cinema
Uma breve pausa na publicidade para voltar a falar de cinema
Eu tenho uma tese, que praticamente se confirma:
"A continuação nunca ira superar ou, no mínimo, se equivaler ao primeiro..."
Resumindo... A parte 2 normalmente não consegue ser equiparada a primeira da série.
Resumindo mais ainda... Pode parar no primeiro!
Ta bom, vou explicar melhor, obras primas são únicas, afinal são obras primas!
On
tem eu assisti o maravilhoso “Manderlay” do genial Lars Von Trier, o filme é muito bom, pra falar a verdade é maravilhoso, mas o único problema é que ela é a continuação da obra prima “dogville” e isso nos remetem a minha tese. Pra falar a verdade estou tremendo de medo, pois criticar o impecável Manderlay seria prepotência demais, vamos ter como referencia a tese de continuidade, o filme se passa em uma mesma direção com as mesmas técnicas de câmera, cenário e narrativa (o estilo Dogma'95, que Lars Von Trier é um dos percussores deste cinema mais simples e natural) que foram brilhantemente usadas no Dogville), tornando não tão surpreendente e impactaste quanto o primeiro. Simplificando para as grandes massas: Matrix (1º) foi o melhor da trilogia, porque ele foi o primeiro a apresentar a proposta de ideologia, técnicas dos filmes e os outros só o superaram em tecnologia de efeitos e ajudam a desenvolver a história.
Mais vale a pena assistir os filmes, são maravilhosos e estamos esperando a terceira parte da seqüência.
Sinopse:
Dogville:
Anos 30, Dogville, um lugarejo nas Montanhas Rochosas. Grace (Nicole Kidman), uma bela desconhecida, aparece no lugar ao tentar fugir de gângsters. Com o apoio de Tom Edison (Paul Bettany), o auto-designado porta-voz da pequena comunidade, Grace é escondida pela pequena cidade e, em troca, trabalhará para eles. Fica acertado que após duas semanas ocorrerá uma votação para decidir se ela fica. Após este "período de testes" Grace é aprovada por unanimidade, mas quando a procura por ela se intensifica os moradores exigem algo mais em troca do risco de escondê-la. É quando ela descobre de modo duro que nesta cidade a bondade é algo bem relativo, pois Dogville começa a mostrar seus dentes. No entanto Grace carrega um segredo, que pode ser muito perigoso para a cidade.
Manderlay:
Após deixarem para trás a cidade de Dogville, Grace (Bryce Dallas Howard) e o pai (Willem Dafoe) acabam por acaso nos portões da fazenda de Manderlay, no sul dos Estados Unidos. Lá Grace descobre uma estrutura escravagista em pleno funcionamento, apesar de estarmos em 1933, quando já fora abolida a escravatura. Ela se envolve então nas relações entre os empregados negros e seus patrões, apenas para descobrir que os laços que regem estas relações são bem mais complexos do que ela pensava.
Estamos abertos para discussão, assistam aos filmes e comentem (liberado as críticas)
segunda-feira, 5 de março de 2007

Apos semana do Oscar os falsos cinéfilos aparecem aos montes, incrivel como todo mundo quer assistir "Little Miss Sunsine" e do nada o filme "Os Infiltrados" virou um filme maravilhoso e mereceu os 4 oscas.
Primeiro, bem provavelemente você não vai encontrar a real beleza do Miss Sunsine e os infiltrados não é nem um pouco original o que já o torna um filme mais ou menos, afinal o roteiro é adapitado ( ps: talvez a unica categoria na qual o filme poderia ter ganho o oscar ).
Mais eu não vou entrar no mérito, deixo para os novos cinéfilos fazerem isto.
Vou postar apenas uma unica coisa sobre Oscar e cinema
Como um MUSICAL concorrendo com 3 Musicas para o Oscar de Melhor Trilha perde para um filme/documentário??!?!?!
Mais o pior é que ainda tem que aturar as bobagens do Murphy ... tcs tcs